A história da pintura ocidental não pode ser entendida sem o cristianismo. As causas de tão sólida união entre arte e religião daria uma tese, mas, à primeira vista, é evidente que se a religião descobriu na arte um veículo atraente para a sua mensagem, a arte também encontrava na religião um patrocínio financeiro e, não menos importante, uma inspiração.
Raro é o artista que repetidamente ou, pelo menos em algum momento de sua carreira, não quis retratar uma passagem bíblica.
Raro é o artista que repetidamente ou, pelo menos em algum momento de sua carreira, não quis retratar uma passagem bíblica.
Daniel na Cova dos Leões - Briton Rivière
A Resposta de Daniel ao Rei - Briton Rivière
Davi - Caravaggio
O Sacrifício de Isaac - Caravaggio
Destruição do Templo de Jerusalém - Francesco Hayez
A Embriagues de Noé - Giovanni Bellini
Moisés no Monte Sinai - Jean-Léon Gérome
Destruição de Sodoma e Gomorra - John Martin
A Sétima Praga do Egito - John Martin
O Dilúvio - Léon Comerre
Torre de Babel - Pieter Bruegel, o Velho
O Casamento de Sansão - Rembrandt
Caim e Abel - Tintoretto
O Primeiro Luto - William-Adolphe Bouguereau
A Queda do Homem - Ticiano
















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